Eu nunca vou ter a capacidade suficiente pra entender porque não foi aquele cara sarado, o bonitão da faculdade ou o menino que vivia correndo atrás de mim; alguém pode me dizer porque não foi o simpático que me chamava de ‘linda’ todos os dias? Não sei, mas foi o prepotente que me colocava apelidos engraçados , que em meio a conversas bobas bagunçava meus cabelos lisos e debochava das minhas manias estranhas; por razões que eu desconheço, foi e continua sendo, não importa a merda da distância ou o fato de não nos falarmos mais... isso é tão pequeno perto do que meu peito carrega e do tanto que minha mente pensa. Os outros caras jamais terão esse poder de me render e me instingar, jamais. Aqui, no deserto ou no Japão minha maior escolha seria ele, ontem ou amanhã seria ele também, a razão e a emoção concordam, ninguém mais ocuparia e preencheria todos os espaços. Permaneço lotada de vazios, rodeada de medos e vontades... sim, desejos de lutar, de percorrer o caminho que não me arrisquei nas outras vezes, de dizer as verdades cara a cara, esconder no bolso minha fraqueza e elevar os sentimentos. Quem sabe ignorar o fato de já ser tarde demais e fazer ser o momento certo pra afirmar com todas as letras: “eu juro que tentei, eu quis gostar de outro, mas o meu gostar te pertence mais do que a mim mesma e por mais ridículo que seja, todas aquelas palavras de ‘não me importo’ foram suplicas camufladas te pedindo pra voltar.”
terça-feira, novembro 08, 2011
Verdades
Eu nunca vou ter a capacidade suficiente pra entender porque não foi aquele cara sarado, o bonitão da faculdade ou o menino que vivia correndo atrás de mim; alguém pode me dizer porque não foi o simpático que me chamava de ‘linda’ todos os dias? Não sei, mas foi o prepotente que me colocava apelidos engraçados , que em meio a conversas bobas bagunçava meus cabelos lisos e debochava das minhas manias estranhas; por razões que eu desconheço, foi e continua sendo, não importa a merda da distância ou o fato de não nos falarmos mais... isso é tão pequeno perto do que meu peito carrega e do tanto que minha mente pensa. Os outros caras jamais terão esse poder de me render e me instingar, jamais. Aqui, no deserto ou no Japão minha maior escolha seria ele, ontem ou amanhã seria ele também, a razão e a emoção concordam, ninguém mais ocuparia e preencheria todos os espaços. Permaneço lotada de vazios, rodeada de medos e vontades... sim, desejos de lutar, de percorrer o caminho que não me arrisquei nas outras vezes, de dizer as verdades cara a cara, esconder no bolso minha fraqueza e elevar os sentimentos. Quem sabe ignorar o fato de já ser tarde demais e fazer ser o momento certo pra afirmar com todas as letras: “eu juro que tentei, eu quis gostar de outro, mas o meu gostar te pertence mais do que a mim mesma e por mais ridículo que seja, todas aquelas palavras de ‘não me importo’ foram suplicas camufladas te pedindo pra voltar.”
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