Não escrevo mais, ganhei manias, me apeguei em coisas inexistentes, comecei a ter noites de insônia, sonhos repetidos, histórias que fazem retroceder e até medos infantis. O otimismo quase gritante, aquele que era essência da minha alma, esse partiu. Os sentimentos bonitos me envenenaram, me transformaram. E daqui pra frente? Daqui pra frente eu quero parar de voltar, quero parar com as hipóteses de mudar o que passou; e sim, mudar o que ainda vai acontecer. Mas diferente de tanta gente, eu não quero sentir. Sentir doi, machuca, mata por dentro e por fora. Quero ser sem sentir, sem sofrer as mesmas dores.
segunda-feira, novembro 21, 2011
Não sentir
Não escrevo mais, ganhei manias, me apeguei em coisas inexistentes, comecei a ter noites de insônia, sonhos repetidos, histórias que fazem retroceder e até medos infantis. O otimismo quase gritante, aquele que era essência da minha alma, esse partiu. Os sentimentos bonitos me envenenaram, me transformaram. E daqui pra frente? Daqui pra frente eu quero parar de voltar, quero parar com as hipóteses de mudar o que passou; e sim, mudar o que ainda vai acontecer. Mas diferente de tanta gente, eu não quero sentir. Sentir doi, machuca, mata por dentro e por fora. Quero ser sem sentir, sem sofrer as mesmas dores.
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