“Eu não vim aqui pra entender ou explicar, nem pedir nada pra mim, não quero nada pra mim; Eu vim pelo que sei...”
Vim pelo que sei, porque o que sei é maior que qualquer medo ou qualquer fuga, porque esse saber te pertence inteiramente, porque todos os meus textos tem o teu nome implícito, porque minhas palavras viraram poeira diante do teu sinal de vida, porque apesar de nada fazer sentido dentro de mim, tu continua fazendo tanto, mas tanto. Porque se fosse preciso eu substituiria minhas frases por atitudes e te provaria que tudo é verdade. Estamparia teu nome em todas as páginas em branco, gritaria para quem quisesse ouvir o que eu tanto suplico aqui, que o inexplicável pode ser explicado por quem possui sentimentos reais, que o impossível é só uma desculpa covarde, que quando algo permanece no pensamento é porque ainda preenche todos os vazios.

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