O que se faz com esse costume constante de sentir falta, com o desejo de precisar dizer tudo que está preso e sufocando, com aquele medo que não deixa mover nada, que impede de agir? Sei lá, receio de quebrar a cara, medo que não seja recíproco, medo de assustar, é aquela mistura estranha, lembra?
Não sou de fazer as coisas certas sempre, não sou nem de longe racional, um erro quem sabe, mas eu vou pelo que sinto, é o que realmente julgo válido... se eu te decifrasse claramente, dependeria apenas de mim, tudo seria mais fácil e então eu ia correndo agora, te abraçava bem apertado, ficaria te olhando daquele jeito, do jeito que tu entende ou se confunde, da nossa maneira. Ah, eu vestiria teu blusão azul marinho e escutaria a frase sem graça, típica da tua prepotência: 'olha, tu tá muito ridícula' e acharia engraçado, que ironia hein, logo eu.

Agora sim, esse texto merece um 9 pela clareza de idéias, direto e objetivo pode ser facilmente compreendido. ahah te amo
ResponderExcluirTentei ser bastante clara, fui explícita ao máximo, espero que seja feita uma boa interpretação. haha
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